Critério ESG na seleção de ativos também é obrigação de um gestor
Ao negligenciar isto, o advisor poderá incorrer em riscos e ignorar oportunidades

Desde a fundação da Wright Capital, há 7 anos, engajamo-nos numa verdadeira cruzada para educar nossos clientes a pensarem nos investimentos não apenas do ponto de vista financeiro, mas também do ponto de vista socioambiental e de governança.
Há dois anos, a COP26, em Glasgow, havia deixado um gosto amargo para muitos ativistas ambientais. Em 2022, a COP27, no Egito, foi fortemente marcada pelo debate sobre o financiamento das perdas e danos sofridos pelos países mais vulneráveis às mudanças climáticas.
O critério ESG na seleção de ativos não é apenas uma obrigação ética — é uma obrigação fiduciária. Ao negligenciar isso, o advisor incorrerá em riscos e ignorará oportunidades que impactam diretamente o retorno de longo prazo dos portfólios.


