

Na Wright Capital fazemos gestão de patrimônio de famílias que têm um olhar para a transformação social. As famílias que atendemos investem em Fundos de Impacto Social por meio do nosso veículo FIC FIM Wright Impacto Social. Acreditamos que essa é uma maneira de plantar a semente nas famílias e fomentar o investimento de impacto social no Brasil, em paralelo a suas próprias causas e projetos sociais.
Além disso, ajudamos as famílias que têm renda tributável a doarem parte do imposto de renda devido para projetos sociais aprovados em leis de incentivo fiscal. Participamos de ações de advocacy, realizamos eventos e estabelecemos incontáveis conexões entre projetos sociais e nossa rede de relacionamento. Também incentivamos gestores de recursos a fazerem sua parte doando parte de sua taxa de gestão ou de seu lucro para projetos sociais.

Até 8% do imposto de renda (IR) pode ser direcionado para projetos culturais e sociais. Incentivamos nossos clientes a doarem todo ano parte do IR devido, seja via pessoa física ou pessoa jurídica, para projetos aprovados em Leis de Incentivo Fiscal (Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente, Fundos do Idoso, Lei de Incentivo à Cultura - Rouanet, Lei de Incentivo à Atividade Audiovisual, Lei de Incentivo ao Desporto, Pronas e Pronon).
Elaboramos um Guia de Incentivos Fiscais explicando o passo-a-passo para pessoas físicas e jurídicas destinarem parte do imposto de renda devido para projetos aprovados em Leis de Incentivo Fiscal. Para avaliar e monitorar os projetos contamos com a parceria do Instituto Phi.
Em 2016, o valor total direcionado por clientes e pela rede de relacionamentos da Wright para projetos sociais ou culturais aprovados em lei de incentivo fiscal somou R$ 698 mil, conforme descrito na tabela abaixo:
*Tal doação não foi efetuada por cliente da Wright, apenas intermdiamos a doação.

A Wright Capital apoia, por meio de seus sócios, funcionários, colaboradores e
clientes, os seguintes projetos de advocacy:
Organização sem fins lucrativos que une atletas, ex-atletas, clubes e empresários na realização de ações políticas (advocacy) em prol do esporte no país.
Art. 18-A da Lei Pelé
O art. 18-A da Lei Pelé foi aprovado em 2013. Estabelece regras de governança e transparência para as entidades esportivas brasileiras, tais como: limite de mandato dos dirigentes, transparência de gestão de dados financeiros e contratos, participação de atletas na eleição de dirigentes e comissões e autonomia do conselho fiscal.
Pacto Pelo Esporte
Pacto privado que une empresas patrocinadoras do esporte no Brasil. As empresas signatárias somente patrocinarão entidades esportivas que seguirem o art.18-A da Lei Pelé e se comprometerem a seguir determinadas regras de gestão e integridade.
A RAPS foi constituída em 2012 com o objetivo de contribuir para o fortalecimento e o aperfeiçoamento da democracia e das instituições republicanas mediante o apoio à formação de líderes políticos que colaborem com a transformação do Brasil em um país mais justo, próspero, solidário, democrático e sustentável.
O CLP é uma organização sem fins lucrativos e apartidária que desenvolve líderes públicos empenhados em promover mudanças transformadoras por meio da eficácia da gestão e da melhoria da qualidade das políticas públicas. O CLP atua em três frentes na gestão pública: educação, mobilização e implementação. O CLP já impactou 4.400 líderes de 12 partidos em 72 cidades brasileiras.

Encontro com Justin Rockefeller (maio/2016)
Em um café da manhã, Justin, quinta geração da família Rockefeller, compartilhou sua experiência em filantropia, investimentos de impacto social e advocacy. Compartilhou com nossos clientes, amigos e parceiros a evolução do entendimento da família em relação aos seus investimentos tanto no mercado real quanto no mercado financeiro. A família começou progressivamente a desinvestir no mercado de petróleo, pois entendeu que não faria sentido investir em energia limpa por meio de suas fundações e demais veículos de investimento e, ao mesmo tempo, ter um investimento significativo em um dos setores mais poluentes. Também limitou e qualificou os seus investimentos em Hedge Funds e Mutual Funds, de modo a integrar questões ESG - Environmental, Social and Governance. A quinta geração considera importante alinhar seus investimentos e seus valores.
Meio Ambiente (set/2016)
Durante um feriado, unimos empresários, gestores públicos, instituições sem fins lucrativos e proprietários rurais em um encontro na Fazenda Lila, em São Bento do Sapucaí, para discutir soluções de preservação e regeneração dessa e de outras regiões na Serra da Mantiqueira.
Blockchain (nov/2016)
Convidamos especialistas em tecnologia e inovação para falar sobre Blockchain, uma tecnologia disruptiva que tem o potencial de mudar o mundo dos negócios, o mercado financeiro e a política, viabilizando a desintermediação de negócios e beneficiando milhares de pessoas.
Força Tarefa de Finanças Sociais (FTFS)
Acompanhamos de perto as atividades realizadas pela FTFS e conversamos recorrentemente com o Instituto ICE, um dos organizadores do movimento, para pensar em formas conjuntas de fomentar o setor de impacto e finanças sociais no Brasil.
Empresas B
Participamos do Grupo Jurídico das Empresas B no Brasil, formado por advogados que estão estudando a legislação atual para pensar em formas de fomentar e fortalecer as Empresas B no Brasil.
Base Colaborativa
Participamos ativamente dos grupos de discussão da Base Colaborativa, associação sem fins lucrativos formada por pessoas que querem impactar positivamente o Brasil por meio de projetos sociais diversos (ex. Por Causa, Projeto Abacaxi, Base Papo etc.).
GT da ABVCAP para Investimentos de Impacto
Participamos institucionalmente do Grupo de Trabalho de Investimento de Impacto da ABVCAP. Auxiliamos os gestores de fundos de venture capital / private equity, sejam ou não de impacto, a pensar em alternativas para fomentar o setor no Brasil e atrair novos investidores.
GT da ANBIMA de Sustentabilidade
Participamos institucionalmente do Grupo de Trabalho de Sustentabilidade da ANBIMA. Levamos a discussão sobre investimento de impacto para o grupo, o que nos possibilitou compartilhar nosso modelo com os grandes bancos para inspirálos a pensar em como ajudar a desenvolver o ecossistema de impacto social no país. Isso pode incluir a distribuição de fundos de impacto para seus clientes e o direcionamento de parcela da taxa de administração e/ou gestão para aceleradoras de negócios sociais e instituições que trabalham para fomentar o setor no Brasil.
IDIS
A Wright Capital participou de painel de discussão do Fórum Brasileiro de Filantropos e Investidores Sociais, organizado pelo IDIS.
Fórum Endowments
Acompanhamos a discussão sobre alternativas jurídicas para a constituição de endowments no Brasil. Analisamos as alternativas existentes hoje e o modelo escolhido por instituições que tentam replicar um endowment norte-americano. Também, participamos do Fórum de Endowments Culturais organizado pela Levisky Cultura no Rio de Janeiro com o apoio do BNDES, PETROBRAS e CAIXA. Conversamos com atores chaves do setor sobre potenciais alterações na legislação e regulação brasileiras.
Reuniões
Conversamos com mais de 100 pessoas e instituições que atuam diretamente com atividades de impacto socioambiental.
Conexões
Estabelecemos mais de 50 conexões entre pessoas e instituições que atuam diretamente com atividades de impacto social e/ou ambiental e nossa rede de contatos.

As informações abaixo não são usadas como critério para investimento. Compartilhamos informações sobre os gestores com quem conversamos - a lista não é exaustiva. Convidamos gestores que tenham alguma ação institucional a nos informar.
Gestor:
Azimut Brasil (Az Quest)
Modelo:
Doação de parte da taxa de gestão
Descrição:
Direcionará parte da taxa de gestão de um fundo de renda fixa para filantropia e aceleradora de impacto
Instituições beneficiadas:
Aceleradora de Impacto Social: Artemísia
ONGs: Gerando Falcões e Amigos do Bem
Gestor:
CSHG
Modelo:
Doação institucional da gestora
Descrição:
Efetua doações para o Instituto
CSHG
Instituições beneficiadas:
Instituto CSHG: possui 13 anos de existência, nos quais investiu em 252 organizações e beneficiou mais de 87 mil pessoas, direta e indiretamente
Gestor:
Empírica Investimentos
Modelo:
Investimento de Fundos da gestora em Fundo de Impacto
Descrição:
Apoia o FIDC do Banco Pérola (Microcrédito)
Instituições beneficiadas:
Banco Pérola: oferece microcrédito para micro e pequenos empreendedores com dificuldade de acesso a crédito
Gestor:
GAP Asset Management
Modelo:
Doação de parte da taxa de gestão
Descrição:
Fundo gerido pela GAP direciona parte da taxa de gestão para o Instituto Reação
Instituições beneficiadas:
Instituto Reação: trabalha com a missão de promover o desenvolvimento humano através do esporte e da educação. O Instituto conta com diversas histórias de sucesso, como a da judoca Rafaela Silva
Gestor:
Oceana Investimentos
Modelo:
Doação de parte da taxa de gestão
Descrição:
Fundo gerido pela Oceana direciona parte da taxa de gestão para a ONG Viva Rio
Instituições beneficiadas:
ONG Viva Rio: atua na formação de comunidades seguras e sadias em territórios vulneráveis, como Haiti e Rio de Janeiro. Possui projetos relacionados as àreas de saúde, educação, artes, esportes, drogas, segurança humana e meio ambiente
Gestor:
SPX Capital
Modelo:
Doação de parte do lucro
da gestora
Descrição:
1% do lucro dos sócios é doado para instituições filantrópicas diversas, selecionadas em parceria com o Instituto Phi
Instituições beneficiadas:
Doações Recorrentes: Parceiros da Educação, Obra do Berço, Fundação do Rim, Banco da Providência e Redes da Maré
Doações Pontuais (reformas, compra de equipamentos etc.): Fundação Santa Bárbara, Amar, Centro Tatiane Lima, São Vicente de Paula, Jesus de Nazaré, Pró Criança Cardíaca, Obra do Berço, Casa da Terceira Idade, História Que Eu Conto, Casa de Betânia, Lar Maria de Lourdes, Instituto Reação, ABBR, PUC e Ibmec
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